"Se eu te pudesse dizer
o que nunca te direi,
tu terias que entender
aquilo que nem eu sei."
Fernando Pessoa

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

desassossego


já o li duas vezes. muitas mais o irei ler. está todo escrito, reescrito, sublinhado e gasto. é um tesouro emocional de mim mesmo, uma versão só minha. guardei-o.

hoje, numa fuga rápida, comprei um novo para ler. irá ser uma nova versão, minha só minha. ali escreverei e riscarei o que a ninguém conto.

das razões do meu desassossego, fica para breve...


conta corrente

16 comentários:

  1. também adoro rabiscar livros e anotar pensamentos. faço-o a lápis. :)

    boa semana, CC

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    1. :)
      desejo-te uma semana desassossegadamente boa.

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  2. boa leitura, conta corrente. abriste-me o apetite :)

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    1. se o conceito de livro de cabeceira existe, então este é o livro para lá estar.

      É de ler e reler várias vezes ao longo da vida.

      Está autorizada a ler o livro, riscá-lo e a sublinhar!

      Agora mastigar não :)

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    2. não conheces a história do homem que comia poemas?
      olha: http://abropaginasencontroespelhos.blogspot.pt/2015/08/estranha-ciencia.html

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  3. Anoto coisas em cadernos mas em livros nunca tive tendência para deixar neles anotações.
    Com ou sem notas o Livro do Desassossego é incontornável em qualquer cabeceira. :)

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    1. É um hábito, que nalguns casos, me obriga a comprar um livro novo.

      :)

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  4. Há desassossegos tão bons!

    Beijinhos, CC :)

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  5. Eu apenas sublinho, frases e palavras para mais tarde reler.
    Boas leituras

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    1. :) este nem conta como leitura. é um amigo sempre à mão!

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  6. Eu não rabisco os meus mas acho que quem rabisca conta outra história dentro da própria história do livro e isso é interessante.

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    1. Olá
      Eu rabisco, porque ganho ideias soltas, e tomo nota! Isto acontece em pouquíssimos livros :)

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  7. Primeiro li na edição da Ática, muitos anos depois utilizo o da Assírio e Alvim, encaro o livro como uma obra para se navegar ao sabor das palavras. Gosto também de sublinhar e escrever pequenas notas nas margens dos livros, porque eles são magníficos companheiros dessa viagem que +e a vida.
    Bom dia!

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    1. É mesmo isso, é um companheiro para a vida.

      Um bom dia também

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