"Se eu te pudesse dizer
o que nunca te direi,
tu terias que entender
aquilo que nem eu sei."
Fernando Pessoa

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

o amor antigo



O amor antigo, Carlos Drummond de Andrade

É Outubro. Passaram 12 anos. Todos os dias, eu, alguém, ou algo, me lembram. És uma ladainha boa, um desfiar bom de más e boas memórias. É só isso que és. Uma história digna de ser contada. E que feliz me deixa. É a minha história também. Já nada fazemos crescer. Já não há nada de físico. Há raízes fundas, como diz o poema. Mais não há. Uma história digna de ser contada. Só isso. Durará para sempre. Está gravada em mim. Um dia conto ao mundo.

Discordo do poeta. A nossa capacidade de amar é infinita. Até o amor antigo fenece, vergado à força do tempo. A recordação fica, para todo o sempre.

Ou será que não?

É por isso que está aqui o poema. Para ajudar. Para clarificar. Ou sou eu a enganar-me a mim próprio?

2 comentários:

  1. POST MERD; OOPS, MEDIEVAL

    Hoje não venho comentar. Só venho informar que tal como tinha anunciado, acabo de postar um texto de minha autoria intitulado A Távola Redonda e as justas medievais do século XV onde tento utilizar a escrita coeva. É preciso dizer que o artigo tem surtidas até anos bem diferentes. Só um maluco como eu se meteria – e meti – nesta trapalhada
    Henrique, o Leãozão

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  2. Ora bem, vamos lá http://anossatravessa.blogspot.pt/
    ver esse post medieval :)

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