"Se eu te pudesse dizer
o que nunca te direi,
tu terias que entender
aquilo que nem eu sei."
Fernando Pessoa

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Vício bom

Infelizmente, para mim, nos últimos dias parece que não há o que escrever.
Apetece, o vício está lá. Fica tudo parado, o romance, o blog, tudo e a cabeça também.

Felizmente há o vício bom. É vir por aqui ler-vos, buscar conforto nas vossas palavras, nas vossas vidas, e descobrir.

Descobri recentemente mais alegrias. Os blogs são uma delícia. Falo de "de dentro para fora", "À Esquina da Tecla", "Cinco Quartos de Laranja" e ontem do "A Nossa Travessa". Consolos para alma.

Depois ando atarefado. Pensei, no exemplo da Isabel Pires, em oferecer poemas a esta tropa fandanga. Parece fácil? Não é, tem de ser na exacta proporção em que vos leio. Já tenho poemas para três.

Nestes dias, que por ciúme, eu diria infantil, fugiste de mim, procurei-te na televisão e no google. Vi-te, mas continuavas longe.

Finalmente, hoje pelo almoço, o bip bip que queria ouvir. A tua mensagem. Não há desculpas a pedir. É avançar, só. Conversarmos? Claro, muito. Ainda vai haver muito de bom.

4 comentários:

  1. Sabes, conta corrente, não foi a primeira vez que ofereci poemas. De tempos a tempos, faço-o. Quando acho fazer mais sentido. Neste caso falava-se de poesia... Encaixava bem. Já agora digo-te que a minha oferta não é 'ao calhas'. Procuro que algo tenha a ver com o destinatário, mediante o que mostra, o que conheço da pessoa...

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    1. Isabel isso é excelente. Adorei a ideia de oferecer poemas. Estou a tentar. Até porque sei que a Isabel o fez com sentido na percepção do que lê em cada um. As vantagens são todas boas, ando a ler poesia, e a tentar descobrir a minha ideia de cada um de vós, em simultâneo. É bom, é um bom exercício. Espero estar à altura.
      Eu bem disse que o poema que me enviou acentava aqui que nem uma luva. :)

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